Testemunha abonatória, de antecedente ou de beatificação

O que é testemunha abonatória, de antecedente ou de beatificação?

Cuida-se da chamada testemunha abonatória ou de caráter. Eessa designação implica na redução do depoimento da testemunha que se limita aos dados do réu, de sua vida pregressa e não de fatos em si imputados ao mesmo.

Prenome exótico do dia

Ninse

Pensamento do dia

O gênio começa as obras grandes, mas é o trabalho que as termina.

Prenome exótico do dia

Fredesvinda

Pensamento do dia

Sem dúvida o sonho é para o espírito o que o sono é para o corpo.

Pensamento do dia

O que torna as pessoas sociáveis é a sua incapacidade de suportar a solidão e, nela, a si mesmas.

Prenome exótico do dia

Varínea

Sol

Pensamento do dia

Nada descreve melhor o caráter dos homens do que aquilo que eles acham ridículo.

Prenome exótico do dia

Onivercino

Pensamento do dia

A ciência é a inteligência do mundo; a arte, o seu coração.

Textos longos e conteúdo e periódicos

Por que escrever um texto longo?
Ou, melhor dizendo, por que escrever um texto longo em um periódico?

Escrever é ótimo (eu adoro!), contudo não existe necessidade de textos longos em um periódico (jornal/revista/boletim, etc), salvo ser for um periódico especializado, o que não é o caso.

Hodiernamente o que se percebe é que cada vez mais pessoas tem menos tempo, ou seja, você só lê o que é essencial, básico. Aprofundar um tema somente se for estritamente necessário.

Tenho artigos que são enormes (ainda não publicados) pois estou reduzindo-os de tamanho, não de conteúdo, de forma que fiquem adequados a essa concepção. Não seja hipócrita.

Selecionei quase vinte artigos de alguns periódicos que leio frequentemente. Neles, selecionei somente o que é fundamental (para deixar o texto coeso e coerente). Percebi, após essa análise que tais textos poderiam ser PERFEITAMENTE reduzidos à metade (em alguns casos, a um quarto do tamanho original), sem que perdessem sua essência.

Você gosta de escrever? Sendo afirmativa a resposta, PUBLIQUE um livro (que é o lugar ideal para "encher linguiça"). Encher de texto DESNECESSÁRIO um periódico atenta contra a inteligência dos leitores dos periódicos.

É deprimente.

"Encher linguiça" é fácil. As vezes faço uso desse recurso quando é solicitado. Agora, tornar público é o fim! Há quem diga, ainda, que esse tipo de texto é importante pois "forma opinião". Pode até formar, mas CERTAMENTE a opinião daí resultante é diversa da pretendida. É como dar um tiro no próprio pé.

Esse é meu desabafo. Não sou graduado em jornalismo, contudo sei identificar os pontos que são fundamentais em textos jornalísticos porque sou leitor assíduo. (algumas pessoas que escrevem para periódicos sequer sabem o que estão fazendo, não por não ter o título específico de jornalista, mas por não saber o que é aspirado pelo leitor) [um dos requisitos que considero de extrema importância é se existe ou não relevância para quem vai ler. Se a opinião importa somente a você, guarde-a consigo, uma vez que isso não condiz com o pensamento da sociedade]

Escrevi bastante, porém foi necessário para que ficasse devidamente registrado a minha insatisfação com tais periódicos. Tendo chegado até aqui, você deve estar ficando nervoso comigo, sem razão, contudo. Observe, a maioria dos meus textos tem conteúdo significativo, que ocupam pouco espaço e permitem que você utilize sua capacidade mental. Existem exceções.

Hoje só amanhã!

Silvio Cardoso

Prenome exótico do dia

Erinaldo

Pensamento do dia

Os sentidos não enganam, mas o julgamento sim.

Egresso e Lei de Execução Penal LEP

Agora pela manhã fui questionado: o que é "egresso" nos termos da LEP?

Eis minha solícita resposta:

Conforme previsão expressa do art. 26 da Lei 7.210/84, considera-se egresso:

- o liberado definitivo, pelo prazo de 1 (um) ano a contar da saída do estabelecimento;

- o liberado condicional, durante o período de prova.

É simples assim!


Silvio Cardoso

Sol

Prenome exótico do dia

Umbelina

Dolo eventual e culpa consciente

No nível intelectual cognitivo, tanto no dolo eventual quanto na culpa consciente o agente tem o resultado como possível. A diferença é que, no aspecto volitivo/afetivo, no dolo eventual o sujeito se conforma com o resultado, enquanto que, na culpa consciente, ele tem leviana confiança na ausência do resultado.

Assim, em ambos o agente prevê o resultado. No dolo eventual, contudo, o sujeito aceita a produção do resultado, enquanto que, na culpa consciente, o sujeito tem certeza que irá evitá-lo.